ADERÊNCIA

POR QUE “MUITO MAIS QUE UMA TELA”?

A tela ideal é uma junção de vários pilares e seus benefícios*:

VAMOS FALAR SOBRE ADERENCIA TECIDUAL?

As  Aderências acontecem entre as vísceras e a tela, e podem se tornar oclusões intestinais dolorosas e potencialmente perigosas.

Na técnica IPOM, “Intraperitoneal Onlay Mesh” é necessário proteger a tela com algo para minimizar a aderência tecidual na tela. Assim, uma barreira é acoplada a uma das faces a tela para que as vísceras possam encostar evitando ou reduzindo as aderências teciduais na tela.

A solução são telas de dupla face/com barreira para minimizar/evitar a aderência entre as vísceras e a tela1.

OFILME / BARREIRA DEVE1:

  • Separar fisicamente as estruturas anatômicas durante a fase inflamatória inicial;
  • Facilitar a integração tecidual;
  • Minimizar a aderência visceral;
  • Reduzir a resposta inflamatória;
  • Ser absorvido após a fase inflamatória precoce6

O material de escolha da barreira também é muito importante, se for um material muito hidrofóbico não haverá nenhuma integração dessa barreira e consequentemente a tela não será integrada de forma ideal2-5.

A seguir alguns exemplos de integração celular na barreira:

A primeira é uma barreira de colágeno, a mais parecida com o corpo humano. A segunda, é uma barreira absorvível e feita de poliéster, ela será integrada também porque tem a hidrofilicidade ideal e o material de boa qualidade. E a última é uma barreira permanente de ePTFE.

Telas compostas tem o objetivo de impedir/minimizar a aderência visceral, ao mesmo tempo que deve promover a adesão e proliferação celular na superfície para integrar a tela.

É importante que aconteça uma integração simultânea dos dois lados da tela, inclusive no lado da barreira pelas células mesoteliais para formar um neoperitônio, caso contrário, o organismo entra em reações inflamatórias excessivas e indesejadas3.

Exemplos de diferentes integrações de telas:

Para dar uma visão mais detalhada de como isso acontece do ponto de vista microscópico, este é um exemplo da tela SymbotexTM. Podemos ver que foi completamente colonizado entre os poros da tela. A porosidade não mudou.2 e 5

E a reação inflamatória, que não pode ser evitada, está concentrada apenas nos fios.2 e 5

Veja o vídeo do Dr. Maurício Azevedo - Posicionamento SYMBOTEX™ e RELIATACK™

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CIRURGIA LAPAROSCÓPICA - CIRURGIA ABERTA

Este é o exemplo da tela PPDSTM

A imagem mostra uma boa integração em torno do fio, a formação do peritônio, a integração a parede abdominal e é possível ver mais uma vez que a reação inflamatória está concentrada apenas em torno do fio6.

Assista ao vídeo da implatanção da tela composta PPDS™ pelo Dr. Murilo Fávaro:

CONHEÇA A TELA PPDS - CLIQUE AQUI

Um outro caso para compartilharmos é de uma tela de outro fabricante, microporosa que apresentou retração.  É possível ver em vermelho os feixes fibróticos ao redor da tela, que encolheu em até 50%, e a porosidade não foi respeitada5 e 7.

E o último exemplo é de uma tela de outro fabricante, que já foi retirada do mercado, com dupla camada de filme tanto na parte visceral e parietal.

Em relação ao aspecto biológico, devido à presença da barreira no lado parietal, a parede abdominal não pôde integrar pois o filme prolongou o tempo de integração de forma importante e o organismo entrou em reação inflamatória, a imagem ilustra o que aconteceu mais de seis semanas após a implantação3 e 7.

Podemos ver uma reação altamente inflamatória ao redor do fio, não acontece a integração à parede abdominal e é possível ver alguns restos do filme da barreira, que foi encapsulado pelo organismo.3e7

Portanto para um bom resultado, as telas compostas devem2-6 e 8:

  • Ter material têxtil de um lado com macroporos para ser integrado na parede abdominal;
  • Ter barreira/filme do outro lado, para proteger contra aderências viscerais;
  • A integração deve ser simultânea para evitar que o organismo entra em reações inflamatórias indesejadas.
  • O material de escolha da barreira deve ser hidrofílico.

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS.

1. Lefranc O, Bayon Y, Montanari S, Gravagna P, Thérin M. Reinforcement materials in soft tissue repair: Key parameters controlling tolerance and performance - current and future trends in mesh development, new techniques in genital prolapse surgery. Springer London. 2011; 275–287.
2. Busscher HJ, van der Mei HC, Subbiahdoss G, Jutte PC, van den Dungen JJ, Zaat SA, et al. Biomaterial-associated infection: locating the finish line in the race for the surface. Sci Transl Med. 2012 Sep 26;4(153):153rv10
3. Baseado em Namsa preclinical study #163905. Symbotex™ composite mesh versus competitors in a pig bowel abrasion model. Oct. 2013.
4. Based on NAMSA Study #198929. Minimizing tissue attachment barrier performance, local tissue effects and tissue integration of Parietene™ DS composite mesh in a rat cecal abrasion model. Based on occurrence rates of cecal soft tissue attachment to the mesh through macroscopic observations in the rat (n=18 test articles vs. n=12 bare mesh; p<0.05). Oct. 201628.
5. Based on internal test report #162750, Evaluating local tissue effects, tissue integration and minimizing tissue attachment performance of Symbotex™ composite mesh vs Parietex™ optimized composite mesh. May 2013.
6. Based on internal report. Parietene™ DS Composite Marketing Study. July 2015.
7. Results based on animal data. Results may not correlate to performance in humans.
8. Based on a Namsa preclinical study#30900. Comparative histological evaluation of a new parietal prosthesis with three reference prosthesis following functional implantation in rat. March 2005.

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